Como iniciar em Java para WEB sem medo!

Introdução
Minha intenção com este post é tentar de alguma forma ajudar aqueles profissionais que estão iniciando em Java Web, profissionais que com tantas opções que a plataforma Java nos oferece, as vezes não sabem por onde iniciar, então quero tentar dar um norte inicial para começar bem.

Não vamos aqui discutir sobre qual IDE, ferramenta, infra em geral, pois já temos vários artigos na web que tratam deste assunto. Quero focar na parte conceitual da coisa.

Quero com este post responder algumas perguntas como:

1. Sou iniciante em Java para Web, o que devo aprender primeiro?
2. Devo começar pela especificação JEEx e seguir somente ela?
3. Qual framework devo começar?
4. Por que não devo começar com JSF/Seam e afins?

Não quero aqui entrar no mérito de quem é melhor, framework X ou Y, linguagem X ou Y. Como já falei em uma lista: Amadureci para não perder meu tempo discutindo sobre isso.

Vou escrever aqui a minha opinião, a minha visão, baseado nos anos de experiência que tenho com desenvolvimento Web e Java, baseado nas conversas que tenho com outros profissionais com a mesma e maior experiência do que eu, nas experiências de inúmeros projetos que já participei durante toda a minha carreira.

Então vamos iniciar as argumentações, lembrando que isso é voltado para aqueles que estão ainda iniciando no desenvolvimento Web na plataforma Java ou para aqueles que não tem uma base sólida em Web.

Iniciando no mundo Java Web

1. Sou iniciante em Java para Web, o que devo aprender primeiro?

Bem, se você está entrando agora no mundo Web, você precisa primeiro aprender WEB, aprender como funciona uma página WEB e aprender a linguagem da WEB, seus protocolos e comportamentos. Isso parece ser óbvio, mas muitos se perdem neste momento e simplesmente não ligam para isso, achando que já devem aprender frameworks X ou Z.

Vamos citar aqui os principais conceitos que um bom desenvolvedor web TEM que saber ou pelo menos conhecer:

Entenda como funciona e para que serve todos os verbos HTTP (HTTP verbs) que existem. Tenha um entendimento pelo menos de POST, GET, DELETE e PUT.

Você como desenvolvedor web é OBRIGADO a saber HTML, pelo menos as suas tags mais comuns, como utilizá-las e para que servem cada uma e como funcionam. Não saber isso é como querer tirar a carteira de motorista sem saber o que é um carro. Acesse: w3schoolsHTML

Entenda, como e o que é CSS, você não precisa ser um expert em CSS, mas saber o básico ajuda e muito, e você um dia irá precisar, acredite. A não ser que você não esteja desenvolvendo para WEB. Uma boa dica, é começar pelo site da w3schoolsCSS e o site do maujor.

Estude também o que é e como funciona um Web Container e sua estrutura básica de funcionamento.

APRENDA Servlet, JSP, por mais que você ache “antigo” eles são muito importantes para você complementar seu conhecimento em desenvolvimento web na plataforma java e acredite seu framework UTILIZA eles por baixo. Então é FUNDAMENTAL saber o que é e como funciona um Servlet e JSP.

“Brinque” um pouco com TAGsLib, EL (Expression Language), são ferramentas simples de se utilizar (principalmente EL), e deixam seu código bem mais legível. Você verá mais a frente.

JavaScript, ele é importante. Se você deseja ser um bom profissional web, você PRECISA saber javaScript. Por muitos anos o JavaScript foi considerado uma linguagem fraca, que só servia para enviar alerts para os usuários ou somente para validação de formulários. Grande engano.
O JS já provou por A + B que é uma poderosa linguagem em diversos segmentos de server-side desde Frameworks MVC (Express/Node.js | Helma/Rhino) a bancos de dados não relacionais (CouchDB, MongoDB), além do tradicional client-side com Frameworks populares (jQuery/ExtJS).

E o mito de que JS é ruim de manter, código desorganizado etc, é simplesmente somente um MITO, e é simplesmente falta de conhecimento de quem não sabe desenvolver com JS. JS hoje, está muito maduro e robusto, existem vários frameworks para facilitar a sua vida, é testável e é um código limpo, quando se usa da maneira certa. E isso claro, serve para qualquer linguagem.

Mas, assim como qualquer outra linguagem, não aconselho você já começar usando jQuery (ou qualquer outro), aliás, até pode sim, mas antes dê uma lida na documentação para entender o que é o DOM e BOM, apenas leia, você não precisa ser um expert, o que não seria ruim, pois iria te ajudar muito, mas apenas o conhecimento básico já é suficiente. Conhecer e saber usar uma ferramenta (framework) é uma coisa, ENTENDER o que ele faz é outra.

Depois disso, parta para um framework como o jQuery, MooTools, ExtJS etc.

[UPDATE-13/07/2011]

Alguns me perguntaram sobre quais livros ou fontes de estudos indico para iniciar com JavaScript, então resolvi atualizar aqui, essas dicas e para não replicá-las, vou pegar as mesmas que um amigo já fez :) .

Dicas do site do Christiano Milfont:

Existem alguns bons materias gratuitos que recomendo, como: Como criar um Framework javascript, Eloquent Javascript, JavaScript Garden, jQuery Fundamentals (que apesar de ser sobre jQuery, cobre muito sobre javascript em si), Essential Javascript & jQuery Design Patterns for Beginners e o Guia e a documentação de Referência da Mozilla.

Os melhores livros de Javascript:

Existem vários bons livros, inclusive já os indiquei em posts passados, veja indicações: recente e antiga.

2. Devo começar pela especificação JEEx e seguir somente ela ?

Bem, o certo seria sim, você deve começar pela especificação, mas infelizmente não é tão simples assim.

Se alguém falar isso para você, corra, corra dele e procure um profissional o quanto antes para te descontaminar, esse papinho de que é Deus no céu e especificação na terra é pura besteira. Quer exemplos ? Vamos lá.

Se você depender e seguir como um religioso fanático somente a especificação, você como profissional, estará no mínimo 5 anos ATRASADO.

Sim, para se ter uma ideia, o Ajax foi implementado no JSF, somente em 2010, ou seja, você que é bitolado, só foi poder utilizar-se de Ajax ano passado, enquanto eu e outros profissionais já o utilizavam desde 2004. Vergonha ? Também sentiria.

E não caia na conversa de que é o que o mercado pede, a não ser que você queira ser SÓ MAIS UM no mercado, depois não reclame do seu salário. Destaque-se, se sobressaia, não seguindo essa conversa fiada você já terá boas chances de ser um profissional bem qualificado e consequentemente, bem remunerado no mercado.

Mais um exemplo simples, é seguindo somente a especificação, você não vai usar o Hibernate ou Spring, pois eles não estão na especificação, a especificação “recomenda” usar o JDBC, CMP, JPA e outros Patterns. Para quem sabe o que é o Hibernate e Spring saberá o quanto será péssimo desenvolver um sistema web java sem eles, principalmente sem o Spring.

Na minha visão a especificação é somente para te dar uma ideia de como as coisas funcionam, e não como devem ser feitas, ela não é a lei, ela nem sempre é a melhor solução para o seu problema. Por isso não seja bitolado por ela.

3. Qual framework devo começar ?

Supondo que você já tem conhecimento em HTML, CSS, JavaScript, Servlets, JSP, TagLibs ou EL, Container WEB, qual framework você poderia iniciar?

Bem, qualquer frameworks Action-like. Por que?
Quanto menos abstração no lado web o framework possuir (componentes para tudo), mais você vai exercitar e aprender tudo aquilo que você estudou, sem falar na liberdade no desenvolvimento.

Atentem, que não estou aqui entrando no mérito de quem é mais produtivo, rápido, simples ou qualquer outra coisa do tipo. Meu foco é puramente e simplesmente que você aprenda desenvolvimento Web e só isso.

Framework como eu disse é apenas uma ferramenta para se desenvolver, como um martelo para um marceneiro, ou uma chave de fenda para o mecânico.

Seguindo esses passos, você pode evitar o erro (que infelizmente é comum) de querer usar a ferramenta para tudo.

Imagine que o marceneiro ame seu martelo e só queira utilizar ele, então para pregar pregos ele utiliza ele, para parafusar ele também utilize ele, para colar a maneira, ele também utilize o martelo, já imaginou ?

Pois bem, a analogia funciona da mesma forma para frameworks.

Quando você entende web, entende a necessidade do cliente, entende o problema, fica fácil escolher a ferramenta e mesmo assim você pode correr o risco de errar, imagine agora na situação de saber utilizar somente um martelo e pior, achar que ele pode fazer o trabalho de uma chave de fenda. Pense nisso.

Agora, suponha que você é realmente um iniciante, não tem noção de HTML e tudo aquilo que falei, qual framework você deve iniciar ?
NENHUM. Estude aqueles tópicos primeiro.

Aprenda a engatinhar antes de querer correr, para não cair e quebrar as pernas.

4. Porque NÃO devo começar com JSF/Seam?

Porque EU, Handerson Frota, NÃO concordo que um iniciante, que ainda NÃO tem nenhuma noção SÓLIDA de WEB já inicie com JSF?

Porque ? Vamos tentar colocar por tópicos:

a . Abstração do Servlet

Esse não é um problema, não é um defeito, pelo contrário, é até bom, deixa o teu controller desacoplado do objeto HTTPServlet. O VRaptor faz isso e claro o JSF faz isso. Mas ao contrário do VRaptor, que possui um design que facilita os testes, é muito ruim escrever testes de unidade para os managed beans.

Não estou dizendo que não é possível escrever testes de unidade, mas sim que não é tão simples assim quando o código foge do trivial. E ai pergunto, onde está a produtividade? Ah tá, vocês não usam testes?

Agora pergunto para quem nunca viu ou sabe o que é um Servlet, como você vai entender o que é um, saber como funciona se você não vê e ainda acha que não esta usando?

Você não sabe como funciona, o que é, e diz que desenvolve para Web? Acho que não.

Acreditem, existem MUITOS profissionais que começaram assim, que NÃO SABEM QUE JSF, VRAPTOR OU STRUTS, TEM SERVLETS :) não é legal? Você contrataria ele? Eu não.

b. Malditos componentes

Você está iniciando, não sabe o que é Servlet, mas também não vai aprender HTML, CSS, JS, ou qualquer LINGUAGEM DA WEB, pois você vai ter que aprender COMPONENTES. Componente para input (que muitas vezes o cara não sabe o que é, e acha que isso é do JSF), componentes para tudo.

Você já viu o código gerado do seu componente? Veja e se assuste.

Com o VRaptor ou Struts por exemplo, você usa o simples e eficaz HTML e EL. Simples assim. Resolve o problema e ainda deixa teu código mais limpo.

Veja um exemplo:
Formulario JSF com 2 campos.

<h:form id="UserEntryForm">
    <h:outputText value="Enter Your Name:"/>
    <h:inputText value="#{UserBean.userName}" />
    <h:outputText value="Enter Your age:"/>
    <h:inputText value="#{UserBean.age}" />
    <h:commandButton action="welcome" value="OK" />
</h:form>

Agora com o simples HTML e EL

<form id="form" action="" method="GET/POST" >
    Nome: <input type="text" id="nome" value="${objeto.nome}" />
    Idade: <input type="text" id="idade" value="${objeto.idade}" />
    <input type="submit" value="OK" />
</form>

Agora também compare o código gerado de cada um, e tire suas conclusões.

c. Conflitos de libs

Algo que eu via com muita recorrência em projetos com JSF, eram os famosos conflitos entre conjunto de componentes. Se você queria utilizar uma funcionalidade Ajax por exemplo, teria que utilizar o Richfaces/Ajax4jsf por exemplo, mas ele não se integra bem com o MyFaces Trinidad, por exemplo. Então você fica preso e obrigado a utilizar um componente do início ao fim de um projeto (praticamente).

Isso é prejudicial ao meu ver, pois aprendemos que durante o desenvolvimento de um software, ao contrário de construir um prédio, podemos mudar, podemos alterá-lo.

Você aprende mais sobre o negócio, você aprende mais sobre o próprio software, só que você não vai mais poder mudar, pois está preso naquele conjunto de componentes que você escolheu no inicio do projeto. A não ser que você queira alterar todas as páginas geradas e seus comportamentos. Isso inclui seus controles (ManegedBean e JSP), pois o JSF nos faz o favor de -colar- o JSP com o controller.

Você, ao invés de se preocupar em aprender como funciona a web, tem que se preocupar qual plugin/lib/componente utilizar e que não vá dar conflito com outro. Ok, alguns podem dizer que esses conflitos podem acontecer também com outros “componentes”, APIs/Plugins JavaScript etc. Mas posso afirmar com certeza, que é bem mais simples resolver esses conflitos.

d. Ciclo de Vida

Você ainda não sabe o que é um Servlet, como ele funciona e terá que primeiro entender o ciclo de vida do JSF? Que é completamente diferente do ciclo de vida de um Servlet, que o managed bean utiliza por baixo?
Preciso nem comentar sobre isso.

e. View é fortemente acoplada ao controller (managed bean)

Bem, na minha humilde opinião, não acho isso legal. O teu JSP, fica totalmente dependente do controller e claro dependente de libs do JSF. Diferentemente de uma página JSP com EL, cujo o Struts, VRaptor e outros usam.

Recentemente fizemos uma migração de um sistema em JSF para VRaptor, foi simplesmente APAGAR TUDO e refazer do zero, pois não tinha como reaproveitar nem as telas, pois eram todas feitas com componentes do JSF.

Não deu para aproveitar nada do layout, pois o CSS foi alterado por causado dos benditos componentes do RichFaces, nem as funcionalidades em JavaScript, pois quem fazia isso eram os componentes do JSF.

Ao contrário por exemplo, se fosse um Struts ou um sistema feito com outro tipo de controller que usa-se JSP e EL, e fossemos migrar para VRaptor, poderíamos aproveitar muita coisa, até 100% das telas e uma boa parte do controller.

Conclusão

Eu então, NÃO RECOMENDO que qualquer futuro aspirante a desenvolvedor web, INICIE seus estudos web em cima de um JSF e/ou SOMENTE com JEEx.

A pouco tempo, fizemos algumas entrevistas com alguns profissionais web, e foi um pouco decepcionante. Muitos estavam a anos estagnados em projetos JSF ou JEE “puro”. Ou seja, só sabiam JSF e JEE e não desenvolvimento WEB, não sabiam HTML, não sabiam CSS, não sabiam o que era um Servlet, e quando sabiam não sabiam dizer para que servia e como funcionava, não sabiam o que era um PUT ou um DELETE no verbo HTTP e muitas vezes nem o que era um verbo HTTP, não tinham ideia do que era Restfulie, não sabiam JS, logo não sabiam jQuery ou qualquer outro framework JS.

Sou pago para desenvolver soluções para vários tipos de problemas, e não posso ter somente um martelo como ferramenta.

Bem, finalizo aqui, com esses argumentos que vivenciei em vários projetos e por essa longa experiência que tive e tenho em desenvolvimento web, eu aconselho antes de tentar aprender qualquer framework, entenda o básico dele, ou seja, se é desenvolvimento web na plataforma Java:

NÃO COMECE com JSF!

TriadWorks – Vaga de Desenvolvedor

A TriadWorks é uma empresa que tem como foco oferecer as melhores soluções para os problemas relacionados a TI de seus clientes. Desenvolve sistemas e presta consultoria nas plataformas Java, .Net e Ruby como também realiza diversos treinamentos in company tais como Java, JSF, Agile, Ruby, Testes Automatizados , Hibernate, Git, Spring dentre outros. Acredita nas comunidades, é responsável pela JavaCE (Comunidade Java do Ceará), apoia as comunidades GURUCE e XPCE. Patrocina e apoia os eventos de comunidades do Ceará e de nível nacional e internacional como Maré de Agilidade, BrazilJS e Agile Brasil.

Depois de encontrarmos nosso aprendiz, agora estamos a procura de um Jedi, que terá suas habilidades colocadas a prova, e se tornará um TriadWorker.

Está cansado de fazer o feijão com arroz ? Não aguenta mais aquele gerente chato no seu pé que não te deixa trabalhar ? Já está de saco cheio de passar mais de 7 meses no mesmo projeto ? Está doido para participar de eventos de TI no Brasil mas a sua empresa não te libera pois você não tem flexibilidade de horários ? Quer escrever artigos, palestrar e isso ser parte do seu trabalho ? Quer trabalhar com as melhores práticas do mercado e ainda ser pago por isso ?

Bem, a sua chance é agora. Se você é um nerd louco por tecnologias, adora aprender e compartilhar seus conhecimentos, mande seu currículo agora e venha fazer parte da equipe TriadWorks.

Pré-requisitos para a vaga:
- Ter conhecimento ou alguma experiência em pelo menos 2 plataformas (Java, .Net, Ruby etc)
- Gostar de compartilhar seus conhecimentos;
- Ter boa desenvoltura para falar e se comunicar;
- Gostar de resolver problemas complexos com simplicidade e objetividade;
- Saber que testes automatizados são SUPER importantes e saber escrevê-los;
- Tem bons conhecimentos em Design e Arquitetura de Software;
- Gostar de codar com qualidade;
- Olhar o código feito a seis meses e ver que que ele ainda pode ser melhorado;
- Não temer JavaScript e conhecer pelo menos um destes frameworks: jQuery, ExtJS, sammy.js, Node.js.

Plus !
- Ter conhecimento em todas ou algumas destas tecnologias: VRaptor 3, Ruby on Rails, Spring, Hibernate, JPA, JMS/ActiveMQ, CSS, HTML, RESTFulie, .Net (C# framework 3.5), JSF;
- Ter participado de projetos ágeis;
- Ter seu trabalho exposto na web (blog, GitHub, Gist etc);

Envie seu currículo com o assunto “[TRIADWORKS] Vaga desenvolvedor” para: triadworks@triadworks.com.br

Não esqueça de, ANTES DE ENVIAR SEU CURRÍCULO, leia o post abaixo, ao contrário dos candidatos anteriores (estagiários), vocês não podem errar :)
http://techbot.me/2011/01/como-ser-chutado-de-uma-avaliacao-pra-uma-vaga-na-fase-de-curriculos/

ReverseAjax DWR – IV Natal Java Day 2008

Bem todos sabem que palestrei no IV Natal Java Day em Natal/RN(veja a cobertura aqui).

Tive pouco tempo, todas as palestras foram de no máximo 40min, mas acho que deu para passar a idéia do que é o ReverseAjax no DWR e espero ter conseguido.

Adicionei a palestra no SlideShare, mas ele meio que “estragou” um pouco o layout, mas acho que dá para entender.



Com a ajuda do René Araujo foi possível também filmar, então para quem perdeu segue abaixo os vídeos.

[youtube u9mF2VDvFIA]

[youtube WkWep-wh_AU]

[youtube s335_YNSba0]

[youtube 4Av5cV7DJPc]

Queria mais uma vez agradecer aos organizadores do evento e parabenizar pelo excelente evento e de alto nível que foi esse ano, e em 2009 estaremos novamente marcando presença no evento.

Natal Java Day 2008

Mais uma vez o evento Natal Java Day 2008 em Natal/RN foi muito bom. Seja por networking, nível das palestras e organização. Todos com nota 10.
Neste ano tive o privilégio de palestrar no evento, assim como mais dois amigos.
O evento teve muitas palestras, mas nenhuma foi apenas para cumprir tabela, todas foram muito bem elaboradas(sou suspeito para falar sobre a minha ;) ).
Tentei esse ano fazer a mesma cobertura que fiz ano passado, mas infelizmente não consegui, pois tive alguns problemas técnicos, primeiro meu note não estava legal, então o Victor Hugo conseguiu um emprestado(queria saber o nome do anjo rsrsr), mas depois acabei usando o meu, enfim, tentei fazer o possível.
Este ano além do blog teve a cobertura pelo meu Twitter em tempo real.

Palestras:
-Novidades do Java 7 – Itamir Filho (JavaRN).

-OpenGinga: Ambiente para desenvolvimento de aplicações para TV Digital – Raoni Kulesza (UFPB)

-Os 10 maus hábitos dos desenvolvedores JSFRafael Ponte (CEJUG)

-JVM Internals and Tools: Entendendo e usando o poder da JVM – Gleydson Lima (JavaRN)

-Java e a próxima geração de smart cards – Igor Medeiros

-DWR: Utilizando o COMET/ReverseAjax do DWR – Handerson Frota (CEJUG) -  Não ficaria legal falar da minha própria palestra ;) e afinal, não tinha como eu blogar na hora que ela aconteceu :P

-Java, Software LIvre e Governo – Serge Rehem   (Serpro/JavaBahia)

-OpenSocial: Padronização das redes sociais - Christiano Milfont (CEJUG)

-A tempestade por trás da computação nas nuvensRodrigo Rebouças (UFCG / PBJUG)

-Mais velozes e mais furiosos: Desenvolvimento Web2.0 e JEE com JBoss Seam – João Paulo Viragine (Red Hat)

-Apresentando Groovy para desenvolvedores Java – Ricardo Wendell (JavaRN) – Infelizmente tive que sair neste momento ;( desculpas ao Ricardo.

-Desenvolvimento de Jogos um Sonho Real – Thiago Carvalho de Sousa – Infelizmente tive que sair neste momento ;( desculpas ao Thiago.

Bem só tenho a agradecer aos organizadores pelo excelente evento e parabenizá-los.  Sem dúvida o Natal Java Day é um dos melhores eventos de Java do Brasil e quem sabe da América Latina.

Em breve colocarei aqui as fotos do evento.

Abraços e até o ano que vem.